quarta-feira, novembro 30

176º aniversário do nascimento de Mark Twain

Escritor norte-americano, de nome verdadeiro Samuel Langhorne Clemens, nascido a 30 de Novembro de 1835, na Florida, e falecido a 21 de abril de 1910. Quando tinha 4 anos a família mudou-se para Hannibal, na margem do Rio Mississípi. O pai de Twain morreu em 1847 e ele tornou-se aprendiz de impressor (1847-55). Entre 1853-54 viajou pelos diversos estados, trabalhando como impressor. Após uma breve viagem ao Brasil, tornou-se piloto fluvial no Mississípi (1857-61). Nessa época adotou o pseudónimo de Mark Twain, que na linguagem de verificação da profundidade dos rios significa "duas marcas" na sonda. Foi jornalista e conquistou a atenção do público com o conto The Celebrated Jumping Frog of Calaveras County, publicado em 1865 num jornal e depois editado em livro com outros ensaios (1867). Em 1867 Twain visitou a França, a Itália e a Palestina, recolhendo material para o seu livro The Innocents Abroad (1869), que estabeleceu a sua reputação de humorista. Twain casou em 1870 e fixou-se em Hartford, Connecticut. Dois anos depois publicou Roughing It, e em 1873 The Gilded Age. Em 1876 foi publicada a primeira das suas grandes obras, The Adventures of Tom Sawyer (Tom Sawyer), romance baseado nas experiências da adolescência do autor no Rio Mississípi. No seu livro seguinte, A Tramp Abroad (1880) o autor revisitou a Europa, regressando ao seu território com Life on the Mississippi. A obra-prima da carreira literária de Twain, The Adventures of Huckleberry Finn (Huckleberry Finn), foi publicada em 1884. O livro, que à semelhança de Tom Sawyer parecia um livro para jovens, constituía na realidade uma fábula da América urbana e industrial que na época de Twain ameaçava o sonho de liberdade junto da natureza. Huck representava muitas das aspirações da sociedade americana, com as quais o público facilmente se identificou. O romance estabeleceu definitivamente Twain como um dos grandes humoristas da literatura mundial. Entretanto foram publicadas outras obras do autor: A Connecticut Yankee in King Arthur's Court (1889), The Tragedy of Pudd'nhead Wilson (1894) e Personal Recollections of Joan of Arc (1896). A década de 1890 foi marcada por dificuldades financeiras e nos últimos anos de vida o gosto de Twain pela caricatura burlesca deu lugar a um pessimismo satírico. A dimensão irónica do mundo e em particular do sonho americano revelaram a nova paisagem americana em toda a sua materialidade. A sensibilidade do escritor, dividida na transição da América para a era industrial, influenciou particularmente William Dean Howells, amigo próximo de Twain.
FONTE:
Mark Twain. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2011. [Consult. 2011-11-30].
Visite a Casa Museu de Mark Twain

30 de novembro de 1935

A 30 de novembro de 1935, em Lisboa, com 47 anos, morreu de cirrose hepática a mais complexa personalidade literária (poeta, ficcionista, dramaturgo, filósofo e prosador) portuguesa e europeia do século XX: FERNANDO PESSOA

Cartoonista: António
Eis a nossa pequena homenagem.

domingo, novembro 27

De pequenino...

"Pensar é estar doente dos olhos"

"Pensar é estar doente dos olhos" de Alberto Caeiro, um dos heterónimos de Fernando Pessoa, foi o tema do encontro informal entre os alunos do 12º 1 e a Dr.ª Susana Gonçalves da Biblioteca Municipal Florbela Espanca.
Fruto deste encontro, uma verdadeira aula de sensibilização e educação sobre os deficientes visuais, transcrevem-se três textos elaborados por alunos dessa turma.
Escuridão às cores
De forma egoísta e impiedosa, os dias atropelam-se. Vivemos mergulhados no confuso e desconcertante rebuliço de um quotidiano que nos vai consumindo o tempo, impedindo-nos de parar por breves momentos para constatar que há quem pareça viver ainda pior.
Chamam-lhes “deficientes visuais”, como se esta designação insípida e preconceituosa abrangesse toda a complexidade destes seres... Na verdade, estamos perante pessoas que são, garantidamente, muito mais do que indivíduos privados do sentido da visão.
Não chegará, então, a ser insultuoso atribuir estas duas palavras tão insensíveis àqueles que, embora com os “olhos doentes”, conseguem ver? Sim, eles veem, mas de uma maneira secreta, digna...
Falamos dos cegos, os aventureiros corajosos que se lançam na procura de um novo sentido para a vida e para o mundo que os rodeia. Continuamente alcançam novas metas, aproximando-se cada vez mais da conquista de uma das suas grandes ambições - a autonomia. Enfrentam, assim, uma jornada dolorosa, morosa, mas reveladora e, sobretudo, pedagógica. Descobrindo-se e surpreendendo-se, vão aprendendo a guiar-se na rua, a desempenhar tarefas domésticas e laborais.
Curiosamente, “cego” também significa “deslumbrado”. E este fascínio representa, justamente, uma fonte de inspiração para estes seres tão extraordinários que chegam, afinal, a ser mais inteiros do que muitos daqueles que usufruem dos cinco sentidos.
São, acima de tudo, heróis do dia-a-dia, que põem constantemente à prova não apenas uma língua, mas toda uma linguagem. Contactam com a Natureza e com a gente de forma genuína, construindo, através do toque, do som, do cheiro e até do paladar, uma imagem mental e, por isso, perpétua, do momento.
Só por si, os olhos de um cego não encontram nada mais para além da escuridão. Mas fazem dela uma escuridão às cores, longe de um sentido que, por vezes, nos trai – a visão. Não seremos, afinal, nós os cegos? “Cegos que, vendo, não veem”?
Ana Teresa Maia Mota, 12º 1
Ser cego...
Sempre me perguntei se seria realmente capaz de ver, se tudo neste mundo, neste universo, nada mais seria que um jogo, sujo e mau, capaz de me fazer acreditar, toda a vida, que tudo o que a minha visão alcança é real. Por vezes, quando estou sozinho, paro, abro os olhos e contemplo. Não importa o quê, tudo tem a sua beleza, da mais pequena flor à maior das criações humanas. Porém, nem toda a beleza contida neste belo mundo me faz, por um segundo que seja, ter certeza da sua mera existência. Digo mera, pois vim a aperceber-me de que não faz a menor diferença. Sei-o, porque a beleza que observo está dentro de mim.
Ser cego é aprender a viver vendo o mundo de outra forma. Ser cego é ter o dom de ouvir, e ouvir como mais ninguém ouve, um ouvir tão profundo que leva os cegos a terem uma visão diferente. Uma visão que os livra de qualquer pré-disposição para tudo, cada som uma nova sensação, uma nova visão.
Infelizmente, a nossa sociedade não está devidamente preparada para lidar com estas extraodinárias pessoas. A comunicação entre dois indivíduos deveria decorrer normalmente, independentemente de um deles não conseguir ver. Ainda assim, isto não se verifica, sendo, por exemplo, dadas ao cego informações da forma errada que em nada o ajudam. Eu não sou cego, mas eu sou deficiente. Afinal, eu não sei comunicar.
Todos os cegos podem, então, ter certezas da beleza do mundo que os rodeia, pois ela está dentro de si próprios. E se isto acontece, eles não são diferentes de nenhum de nós, pessoas com dúvidas, pequenas na vastidão do universo, grandes na sua própria dimensão.
Diogo Castro, 12º 1
“Filipa, ver é com os olhos!”
Quando era pequenina, os meus pais levavam-me às compras e, de vez em quando, sentia-me tentada a abrir os detergentes para cheirar, a tirar os peluches da prateleira para afogar o rosto no seu pêlo… Era impossível resistir e eles repreendiam-me sempre, dizendo “Filipa, ver é com os olhos!”. Hoje em dia, questiono-me “Será mesmo?”
A visão é, de facto, um dos sentidos que mais valorizo: permite-me obter imagens do mundo que me rodeia e, quando me observo, faz-me sentir parte dele. No entanto, existem pessoas que não a possuem – os cegos – e que elevam o verbo ver a outra dimensão. Para isso, constroem perceções/imagens mentais do que os rodeia, servindo-se dos estímulos recebidos pelos restantes órgãos sensoriais. Assim, conseguem reconhecer o amigo que se aproxima através da sua voz, o tipo de detergente através do seu cheiro…
É aos cegos que muitos chamam deficientes visuais. No entanto, como já foi constatado no parágrafo anterior, são capazes de ver (servindo-se, obviamente, de outros sentidos que não a visão). Para além disso, através de um treino rigoroso e do auxílio, por exemplo, de cães-guia ou de bengalas, conseguem executar com autonomia e eficiência as mais variadas tarefas domésticas e laborais, deslocar-se sozinhos na rua…
Em suma, os cegos são grandes revolucionários da língua e dos sentidos, ensinando, aos que possuem visão, uma grande lição de vida.
Desculpem, mãe e pai, mas ver é não só com os olhos, mas também com o nariz, a boca, as mãos e os ouvidos!
Ana Filipa Peixoto Miranda nº1, 12º1

No Museu Quinta de Santiago

quinta-feira, novembro 24

Em dezembro

Continuar a tentar pensar

25 de novembro, às 19h00, na BMFE

Conferência: Corpo, Voz, Escrita, Voz


Doutorado em Ciências da Comunicação pela Universidade Nova de Lisboa (UNL) e agregado em Teoria da Cultura, José A. Bragança de Miranda é professor da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da UNL, lecionando nas áreas da Teoria da Cultura, Cibercultura e Teoria Política. Inclinando-se para o ensaio enquanto forma de aproximação ao “real”, tem publicado textos onde se cruzam a filosofia, a política e a estética. Dispersivamente, ou talvez não, tem escrito sobre Poe, Musil, Ballard e Velázquez, mas também sobre Foucault, Derrida, Blumenberg, Benjamin e Heidegger.
É autor das seguintes obras: Analítica da Actualidade (Vega, 1994), Política e Modernidade (Colibri, 1997), Traços – Ensaios de Crítica da Cultura (Vega, 1998), Teoria da Cultura (Século XXI, 2002), Queda sem Fim (Vega, 2006) e Albuquerque Mendes ou O Ardor da Arte (Caminho, 2006).

Quintas de Leitura

Sessão de lançamento do livro vencedor do
Prémio Literário Cadernos do Campo Alegre.
A próxima sessão do ciclo “Quintas de Leitura” do Teatro do Campo Alegre (TCA), promovido pela Fundação Ciência e Desenvolvimento / CMP, dará a conhecer o “Prémio Literário Cadernos do Campo Alegre Novo Autor, Primeiro Livro”: Os dias lentíssimos, de Alexandra Monteiro.
A sessão de lançamento deste livro de poesia, a cargo do Prof. Arnaldo Saraiva, está marcada para a noite de 24 de novembro, a partir das 22h00, e contará com os Dead Combo, com a estreia absoluta do coletivo “Peixe Graúdo” (Marta Bernardes, Ana Celeste Ferreira e Tânia Dinis acompanhadas ao piano por Ricardo Caló), e com a participação especial do contratenor Luís Miguel Fontes.
Festa rija no TCA, para receber uma nova poeta.
Espetáculo para maiores de 16 anos.
A não perder!

Mostra a ENERGIA CRIATIVA QUE HÁ EM TI!

A DECO (Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor), em parceria com a ABAE (Associação Bandeira Azul da Europa), desafia professores e alunos das escolas portuguesas de ensino público e privado com ensino básico (1º, 2º e 3º ciclos) e secundário/profissional a desenvolver e a implementar projetos que promovam um consumo de energia mais sustentável.
PARTICIPA!
Para mais informações aqui.

quarta-feira, novembro 23

A 4.ª edição do TECLA'12 já está em marcha

O Torneio Estudantil de Computação multi-Linguagem de Aveiro (TECLA) é um torneio promovido e organizado pela Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Águeda (ESTGA) da Universidade de Aveiro, destinado aos alunos que frequentam o ensino secundário ou equivalente.
Toda a informação sobre o torneio pode ser consultada aqui.

Aconteceu na Zarco...

sábado, novembro 19

Semana da Ciência e da Tecnologia na ZARCO

A inauguração da exposição de pintura Ecos (aguarela, acrílico, óleo e pastel de Regina Gouveia terá lugar às 18h00 do dia 21 de novembro. 
Estão todos convidados!

quinta-feira, novembro 17

Gonçalo M. Tavares no Porto de Encontro

Gonçalo M. Tavares é o primeiro convidado do Porto de Encontro, um ciclo de encontros literários promovido pela Porto Editora que arranca já no próximo sábado, dia 19 de Novembro, às 17 horas, no Palacete dos Viscondes de Balsemão (Praça de Carlos Alberto, nº 71), no Porto.
O autor de Jerusalém vai estar à conversa com o jornalista Sérgio Almeida, numa sessão, aberta à participação dos presentes, em que os livros vão ser apenas o ponto de partida para uma troca de impressões sobre diversos temas.
Recentemente galardoado com o Prémio Fernando Namora, Gonçalo M. Tavares está em vias de se tornar o escritor português mais internacional da actualidade, com 210 traduções em curso para um total de 44 países.
Viagem à Índia, Um homem: Klaus Klump ou Matteo perdeu o emprego são três das obras mais emblemáticas de um percurso literário que, embora só tenha sido iniciado em 2001, já conta com perto de três dezenas de títulos.
O ciclo Porto de Encontro prossegue no dia 10 de Dezembro, às 17 horas, também no Palacete dos Viscondes de Balsemão, com José Rentes de Carvalho, escritor português a viver na Holanda há várias décadas, cuja obra tem vindo a ser reeditada pela Quetzal.
Fonte:
Jn.pt/blogs/babel

Animação com Objetos do Museu Zarco

Ateliê de Caligrafia e Estenografia

O que é a luz? (Exposição temporária)

Museu Zarco, exposição permanente: Sala de aula e Mecânica

17 de novembro, Dia do MUSEU ZARCO

Visite-nos!

quarta-feira, novembro 16

Não esqueças!

Vem à BIBLIOZARCO que isso passa!

A Lusofonia é...

24 de novembro: JAZZ na Zarco

Conto "A maior flor do mundo", escrito e narrado por José Saramago

Recordando JOSÉ SARAMAGO

José Saramago faria 89 anos

Filho e neto de camponeses, José Saramago nasceu na aldeia de Azinhaga, província do Ribatejo, no dia 16 de Novembro de 1922, se bem que o registo oficial mencione como data de nascimento o dia 18. Os seus pais emigraram para Lisboa quando ele não havia ainda completado dois anos. A maior parte da sua vida decorreu, portanto, na capital, embora até aos primeiros anos da idade adulta fossem numerosas, e por vezes prolongadas, as suas estadas na aldeia natal.
Fez estudos secundários (liceais e técnicos) que, por dificuldades económicas, não pôde prosseguir. O seu primeiro emprego foi como serralheiro mecânico, tendo exercido depois diversas profissões: desenhador, funcionário da saúde e da previdência social, tradutor, editor, jornalista. Publicou o seu primeiro livro, um romance, Terra do Pecado, em 1947, tendo estado depois largo tempo sem publicar (até 1966). Trabalhou durante doze anos numa editora, onde exerceu funções de direcção literária e de produção. Colaborou como crítico literário na revista Seara Nova. Em 1972 e 1973 fez parte da redacção do jornal Diário de Lisboa, onde foi comentador político, tendo também coordenado, durante cerca de um ano, o suplemento cultural daquele vespertino.
Pertenceu à primeira Direcção da Associação Portuguesa de Escritores e foi, de 1985 a 1994, presidente da Assembleia Geral da Sociedade Portuguesa de Autores. Entre Abril e Novembro de 1975 foi director-adjunto do jornal Diário de Notícias. A partir de 1976 passou a viver exclusivamente do seu trabalho literário, primeiro como tradutor, depois como autor. Casou com Pilar del Río em 1988 e em Fevereiro de 1993 decidiu repartir o seu tempo entre a sua residência habitual em Lisboa e a ilha de Lanzarote, no arquipélago das Canárias (Espanha). Em 1998 foi-lhe atribuído o Prémio Nobel de Literatura.
José Saramago faleceu a 18 de Junho de 2010.

Fonte:

Destruindo a VIDA...

domingo, novembro 13

O Mundo Quântico

LER 15 | 25 anos

Se tens entre os 15 e os 25 anos e gostas de escrever, fotografar e ilustrar, há páginas da LER, a partir de janeiro, e todos os meses, reservadas aos melhores textos em prosa (ficção e não-ficção) e poesia, fotografias e ilustrações enviados em formato digital.
Consulta o regulamento aqui.
PARTICIPA!

Grande Exposição de Livros Miniatura

Saber mais aqui.

13 de novembro: Seja simpático!

Criado em 1998 pelo World Kindness Movement, nos EUA, o Dia Mundial da Gentileza comemora-se hoje, dia 13 de Novembro, com o objetivo de todos sermos bons e gentis uns para os outros neste dia.
Na impossibilidade de tal acontecer todos os momentos do ano, a solução é ler aqui o guia de boas práticas e boa educação no mundo virtual que é o Facebook.

13 de novembro de 1460

Filho do rei D. João I e de D. Filipa de Lencastre, o infante D. Henrique nasceu na cidade do Porto em 1394 e morreu a 13 de novembro de 1460. Ficou conhecido pelo epíteto o Navegador, que advém da forma como protegeu e instigou as primeiras viagens expansionistas, ficando para sempre ligado a este glorioso período da História de Portugal, sendo decisiva a sua ação no Norte de África e no Atlântico.
O Infante D. Henrique era um homem muito poderoso e um trabalhador aplicado, que para dedicar o tempo necessário aos seus projetos suprimia as horas de repouso noturno.
De entre os inúmeros cargos que exerceu foi "protetor" da Universidade de Lisboa, isto é, o procurador da instituição junto do rei, cargo de grande prestígio atribuído pelos reis apenas a figuras de grande importância social. Da sua ação dentro da Universidade destaca-se a renda que concedeu aos cursos de Teologia, de Matemática e de Astronomia.
A D. Henrique se devem feitos como a tomada de Ceuta em parceria com seu pai e irmãos, embora também tenha participado no desastre de Tânger; a armada das Canárias; a guerra que os seus navios faziam aos infiéis, principalmente piratas; o povoamento das "descobertas" ilhas Atlânticas, particularmente notável na Madeira. Foi ele quem mandou vir da Sicília a cana-de-açúcar e os "técnicos" para supervisionarem o seu cultivo e a sua transformação, fazendo da Madeira uma importante região produtora de açúcar.
O Infante D. Henrique, o homem do chapeirão/chapelão, representa a coragem, o dinamismo e o espírito empreendedor do povo português.