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segunda-feira, julho 23
sábado, julho 14
14 de Julho de 1789: Tomada da Bastlha
No dia 14 de julho de 1789, o povo de Paris saiu às ruas para protestar contra o regime monárquico opressor e invadiu a Bastilha, fortaleza que simbolizava o Absolutismo real, dando início à Revolução Francesa.
domingo, julho 8
domingo, abril 22
domingo, março 4
A 4 de março de 1394, nasce
o Infante D. Henrique, filho do rei D. João I e de D. Filipa de Lencastre, na cidade do Porto em 1394, vindo a falecer em 1460. Conhecido por o Navegador, o Infante D. Henrique protegeu e instigou as primeiras viagens expansionistas, ficando para sempre ligado a este glorioso período da História de Portugal - Os Descobrimentos -, sendo decisiva a sua ação no Norte de África e no Atlântico.
terça-feira, janeiro 31
31 de janeiro de 1891
A 31 de janeiro de 1891 aconteceu no Porto a primeira tentativa revolucionária com o fim de destronar o regime monárquico.
domingo, janeiro 15
segunda-feira, janeiro 9
Giotto e a origem da pintura renascentista europeia
Giotto, o mais importante pintor italiano do sec. XIV, tem sido considerado ao longos tempos como o pai da pintura europeia e o seu primeiro grande mestre.
[Realizado por Constantino Teles]
sábado, janeiro 7
1ª travessia aérea do Canal da Mancha
Levantando voo em Dover (Inglaterra) e aterrando em França (Guines), a 7 de janeiro de 1785, o francês Jean Pierre Blanchard (1753-1809) e o seu amigo e mecenas americano John Jeffries atravessaram pela primeira vez, a bordo de um balão a hidrogénio, o Canal da Mancha, após 2 horas e 25 minutos de viagem.
Na madrugada de 7 de janeiro de 1355, execução de Inês de Castro
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| "Cena da morte de Inês de Castro", quadro de Columbano |
D. Inês de Castro era uma fidalga galega, de rara formosura, que fez parte da comitiva da infanta D. Constança de Castela, quando esta, em 1340, se deslocou a Portugal para casar com o príncipe D. Pedro (1320-1367).
A beleza singular de D. Inês despertou desde logo a atenção do príncipe, que veio a apaixonar-se profundamente por ela. Desta paixão nasceu entre D. Pedro e D. Inês uma ligação amorosa que provocou escândalo na Corte portuguesa, motivo por que o rei D. Afonso IV resolveu intervir, expulsando do reino Inês de Castro, que veio a instalar-se no castelo de Albuquerque, na fronteira de Espanha. D. Constança morre de parto em 1345 e a ligação amorosa entre D. Pedro e D. Inês estreita-se ainda mais: contra a determinação do rei, D. Pedro manda que D. Inês regresse a Portugal e instala-a na sua própria casa, onde passam a viver uma vida de marido e mulher, de que nascem quatro filhos.
Os conselheiros do rei aperceberam-se das atenções com que o herdeiro do trono português recebia os irmãos de D. Inês e outros fidalgos galegos, chamaram a atenção de D. Afonso IV para aquele estado de coisas e para os perigos que poderiam advir dessa circunstância, uma vez que seria natural antever a possibilidade de vir a criar-se uma influência dominante de Castela sobre a política portuguesa. E persuadiram o rei de que esse perigo poderia afastar-se definitivamente, se se cortasse pela raiz a causa real desse perigo: a influência que D. Inês exercia sobre o príncipe D. Pedro, que um dia viria a ser rei de Portugal. Para isso seria necessário e suficiente eliminar D. Inês de Castro. O problema foi discutido na presença dos conselheiros do rei em Montemor-o-Velho, e aí ficou resolvido que Inês seria executada sem demora. Quando D. Inês soube desta resolução, foi ter com o rei, rodeada dos filhos, para implorar misericórdia, uma vez que ela se considerava isenta de qualquer culpa. As súplicas de Inês só momentaneamente apiedaram D. Afonso IV, que entretanto se deslocara a Coimbra para que se desse cumprimento à deliberação tomada. E a execução de D. Inês efetuou-se em 7 de janeiro de 1355, segundo o ritual e as práticas daquele tempo.
Anos depois, em 1360, D. Pedro I, já então rei de Portugal, jurou, perante a sua corte, que havia casado clandestinamente com D. Inês um ano antes da sua morte.
O tema dos amores de D. Inês e da sua triste morte interessou e continua a interessar grande número de poetas e escritores de várias épocas e de várias nacionalidades. De entre todas as obras literárias portuguesas em que o tema foi tratado, distinguimos:
- A Castro, tragédia em cinco atos e em verso solto, da autoria do poeta António Ferreira (1528-1569), que é geralmente considerada a obra-prima do teatro clássico português.
- A Morta, drama, de Henrique Lopes de Mendonça
- Nova Castro, tragédia, de J. José Sabino
- A Castro, tragédia, de Domingos Reis Quita
- Inez de Castro, romance, de Mendes Leal
- A Fonte dos Amores, poesias, de Sousa Viterbo
- D. Pedro e D. Inês, romance, de Antero de Figueiredo
- D. Inez de Castro, poemeto, de Eugénio de Castro
- Inês de Castro, María Pilar Queralt del Hiero
- Inês de Portugal, João Aguiar
- O Amor Infinito de Pedro e Inês, Luís Rosa
- O Amor de Pedro e Inês, Vanda Furtado Marques
- Lenda de Inês de Castro, António Vasconcelos
- Pedro e Inês, Isabel Santinho
- A Rainha Morta e o Rei Saudade, António Cândido Franco
- O Julgamento de Inês de Castro, Autur Pedro Gil
- Minha Querida Inês, Margarida Ribeiro Pinto
- Até ao fim do Mundo (poesia)
- Pedro e Inês, série televisiva apresentada em 2005, da autoria de Francisco Moita Flores.
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| Túmulo de Inês de Castro, em Alcobaça |
FONTE
Inês de Castro. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2012. [Consult. 2012-01-07].
sexta-feira, janeiro 6
Aniversário do nascimento de Joana d'Arc
Heroína francesa, nascida a 6 de Janeiro de 1412, filha de modestos camponeses e analfabeta, acreditava que tinha inspiração divina. Fez reconhecer Carlos VII como soberano legítimo, promovendo a sua coroação em Reims. Obrigou os ingleses a levantarem o cerco a Orleães, em 1429, conduzindo a França a uma vitória momentânea que constituiu um ponto de retorno na Guerra dos Cem Anos. Foi depois capturada e condenada à fogueira por heresia pela Igreja inglesa, em 1431. A revisão do processo canónico iniciou-se em 1540. Joana d' Arc foi então reabilitada, tornando-se um símbolo da consciência nacional francesa. Foi canonizada em 1920 e em 1922 foi declarada padroeira de França, onde o dia de 30 de maio é feriado nacional em sua honra.
terça-feira, janeiro 3
Aniversário da "Fuga de Peniche"
A famosa fuga de Peniche foi uma das mais espetaculares da história do fascismo português, por se tratar de uma das prisões de mais alta segurança do Estado Novo.
No dia 3 de Janeiro de 1960 evadem-se do forte de Peniche: Álvaro Cunhal, Joaquim Gomes, Carlos Costa, Jaime Serra, Francisco Miguel, José Carlos, Guilherme Carvalho, Pedro Soares, Rogério de Carvalho e Francisco Martins Rodrigues.
No fim da tarde parou na vila de Peniche, em frente ao forte, um carro com o porta-bagagens aberto. Era o sinal de que do exterior estava tudo a postos. Quem deu o sinal foi o ator, já falecido, Rogério Paulo.
Dado e recebido o sinal, no interior do forte dá-se início à ação planeada. O carcereiro foi neutralizado com uma anestesia e com a ajuda de uma sentinela - José Alves - integrado na organização da fuga, os fugitivos passaram, sem serem notados, a parte mais exposta do percurso. Estando no piso superior, descem para o piso de baixo por uma árvore. Daí correm para a muralha exterior para descerem, um a um, através de uma corda feita de lençóis para o fosso exterior do forte. Tiveram ainda que saltar um muro para chegar à vila, onde estavam à espera os automóveis que os haviam de transportar para as casas clandestinas onde deveriam passar a noite.
Esta fuga só foi possível graças a um planeamento muito rigoroso e uma grande coordenação entre o exterior e o interior da prisão.
Prof. Marlene Pinto
sábado, dezembro 3
Parque Arqueológico do Vale do Côa
A 3 de dezembro de 1998, os núcleos de gravuras rupestres do Vale do Côa foram classificados como Património Mundial, pela Unesco. Foi o culminar de um processo que marcou o estatuto da Arte Rupestre, da arqueologia e do património cultural em Portugal.
O Vale do Côa constitui o maior complexo de arte rupestre paleolítico ao ar livre conhecido até hoje, um local único no mundo por apresentar manifestações artísticas a céu aberto passíveis de serem datadas como pertencentes a distintos momentos da Pré-História e da História.
Prof. Marlene Pinto
sexta-feira, dezembro 2
quinta-feira, dezembro 1
Primeiro de dezembro de 1640
Deposição dos goverantes espanhóis e Restauração da Independência, depois de 60 anos de domínio castelhano (o Domínio Filipino). Foi aclamado D. João IV como rei de Portugal.
domingo, novembro 13
13 de novembro de 1460
Filho do rei D. João I e de D. Filipa de Lencastre, o infante D. Henrique nasceu na cidade do Porto em 1394 e morreu a 13 de novembro de 1460. Ficou conhecido pelo epíteto o Navegador, que advém da forma como protegeu e instigou as primeiras viagens expansionistas, ficando para sempre ligado a este glorioso período da História de Portugal, sendo decisiva a sua ação no Norte de África e no Atlântico.
O Infante D. Henrique era um homem muito poderoso e um trabalhador aplicado, que para dedicar o tempo necessário aos seus projetos suprimia as horas de repouso noturno.
De entre os inúmeros cargos que exerceu foi "protetor" da Universidade de Lisboa, isto é, o procurador da instituição junto do rei, cargo de grande prestígio atribuído pelos reis apenas a figuras de grande importância social. Da sua ação dentro da Universidade destaca-se a renda que concedeu aos cursos de Teologia, de Matemática e de Astronomia.
A D. Henrique se devem feitos como a tomada de Ceuta em parceria com seu pai e irmãos, embora também tenha participado no desastre de Tânger; a armada das Canárias; a guerra que os seus navios faziam aos infiéis, principalmente piratas; o povoamento das "descobertas" ilhas Atlânticas, particularmente notável na Madeira. Foi ele quem mandou vir da Sicília a cana-de-açúcar e os "técnicos" para supervisionarem o seu cultivo e a sua transformação, fazendo da Madeira uma importante região produtora de açúcar.
O Infante D. Henrique, o homem do chapeirão/chapelão, representa a coragem, o dinamismo e o espírito empreendedor do povo português.
sexta-feira, novembro 4
terça-feira, novembro 1
Lisboa, 1 de novembro de 1755
Projeto realizado, no âmbito da disciplina de História A, pelo 11LH 2010/11 da Escola Secundária de Cantanhede.
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