sábado, abril 23
23 de abril, Mensagem aos leitores
Para comemorar o Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor, a BAD* está a divulgar uma Mensagem aos Leitores, da autoria do escritor Francisco José Viegas.
Leitores
O que hoje comemoramos é muito mais do que o Dia do Livro, a sua euforia, a sua utilidade, o seu dia. Hoje, a propósito do Livro – e dos autores – assinalamos o modo como a humanidade resistiu à barbárie, como ela descobriu e fixou a poesia, o tempo, as epopeias, as paisagens, as aldeias recolhidas nas planícies, os pinhais abrigados num declive, a voz humana, o empréstimo do horror e da crueldade, a hora de dizer ‘não’ e a hora de dizer ‘sim’, as portas abertas numa casa vazia.
Assinalamos também, neste dia, o facto de as palavras terem um destino que se prolonga até onde formos capazes de levar algumas ideias tão simples, como a ideia de livro, a ideia de leitura, a de biblioteca, de partilha, de invenção, de página em branco, a de perdição por um romance ou por uma história repetida, repetida, repetida ao longo dos tempos.
Comemoramos este dia – de entre todos os outros – porque sabemos que a vida pode ser mudada por um livro, por um autor; que a nossa vida está perdida e, ao mesmo tempo, reunida nessas páginas de livros que passaram pelas nossas mãos ou aguardam o encontro entre a curiosidade e a pacificação, entre o gosto pela leitura e o gosto pela vida, entre as coisas que fomos e o que ainda havemos de ler.
Que existam, pois, bibliotecas, livros, autores, capítulos e fragmentos, sonetos, odes, histórias, episódios, esquecimentos, caminhos perdidos no meio das florestas ou desfeitos pela luz do mar, contos, novelas e números, fórmulas, apêndices e rostos amados. Que tudo exista. Porque todos nós somos leitores.
Este é o nosso dia, o princípio de todos os dias.
O que hoje comemoramos é muito mais do que o Dia do Livro, a sua euforia, a sua utilidade, o seu dia. Hoje, a propósito do Livro – e dos autores – assinalamos o modo como a humanidade resistiu à barbárie, como ela descobriu e fixou a poesia, o tempo, as epopeias, as paisagens, as aldeias recolhidas nas planícies, os pinhais abrigados num declive, a voz humana, o empréstimo do horror e da crueldade, a hora de dizer ‘não’ e a hora de dizer ‘sim’, as portas abertas numa casa vazia.
Assinalamos também, neste dia, o facto de as palavras terem um destino que se prolonga até onde formos capazes de levar algumas ideias tão simples, como a ideia de livro, a ideia de leitura, a de biblioteca, de partilha, de invenção, de página em branco, a de perdição por um romance ou por uma história repetida, repetida, repetida ao longo dos tempos.
Comemoramos este dia – de entre todos os outros – porque sabemos que a vida pode ser mudada por um livro, por um autor; que a nossa vida está perdida e, ao mesmo tempo, reunida nessas páginas de livros que passaram pelas nossas mãos ou aguardam o encontro entre a curiosidade e a pacificação, entre o gosto pela leitura e o gosto pela vida, entre as coisas que fomos e o que ainda havemos de ler.
Que existam, pois, bibliotecas, livros, autores, capítulos e fragmentos, sonetos, odes, histórias, episódios, esquecimentos, caminhos perdidos no meio das florestas ou desfeitos pela luz do mar, contos, novelas e números, fórmulas, apêndices e rostos amados. Que tudo exista. Porque todos nós somos leitores.
Este é o nosso dia, o princípio de todos os dias.
Francisco José Viegas
23 de abril, Diada de Sant Jordi
O Dia Mundial do Livro e dos Direitos do Autor é comemorado, desde 1996 e por decisão da UNESCO, a 23 de abril, dia de S. Jorge.
Esta data foi escolhida para honrar uma velha tradição catalã, Diada de Sant Jordi, segundo a qual, neste dia, os cavaleiros oferecem às suas damas UMA ROSA VERMELHA DE SÃO JORGE e recebem, em troca, UM LIVRO.
Em simultâneo, é prestada homenagem à obra de grandes escritores como Cervantes e Shakespeare, falecidos em 1616, exactamente a 23 de abril.
sexta-feira, abril 22
Porto: Comemorações 25 de abril
PROGRAMA
Dia 24, 22h00 - Avenida dos Aliados, concerto com:
Chamaste-m`ò?
Francisco Fanhais
Coral da Faculdade de Letras
Fogo de Artifício
Dia 25
14h00 - Largo Soares dos Reis
Homenagem aos Resistentes Anti-Fascistas
Desfile da Liberdade
16h00 - Avenida dos Aliados
Concerto com:
Ana Ribeiro/Helena Sarmento
Burro de Barro
Na Virada (Galiza)
Participa e "traz outro Amigo também".
Dia 24, 22h00 - Avenida dos Aliados, concerto com:
Chamaste-m`ò?
Francisco Fanhais
Coral da Faculdade de Letras
Fogo de Artifício
Dia 25
14h00 - Largo Soares dos Reis
Homenagem aos Resistentes Anti-Fascistas
Desfile da Liberdade
16h00 - Avenida dos Aliados
Concerto com:
Ana Ribeiro/Helena Sarmento
Burro de Barro
Na Virada (Galiza)
Participa e "traz outro Amigo também".
22 de abril, Dia da Terra
Criado a 22 de abril de 1970, pelo senador americano Gaylord Nelson, o Dia da Terra tem por objectivo a consciencialização dos problemas da contaminação, conservação da biodiversidade e de outras preocupações ambientais para proteger a Terra, enquanto suporte de vida.
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