Celebra-se, desde 1996 e por decisão da UNESCO, o Dia Mundial do Livro e dos Direitos do Autor. Com ele, pretende-se chamar a atenção para a importância do livro e da leitura como forma de melhorar os índices de literacia das diferentes camadas da população.
O cartaz deste ano é da autoria do artista plástico e ilustrador João Vaz de Carvalho, editado em vários países e premiado nacional e internacionalmente.
António Torrado é o autor escolhido pela DGLB para representar Portugal na edição de 2011 deste Prémio, cujo objectivo é promover o trabalho de escritores vivos com obra de reconhecida relevância literária dedicada e jovens e crianças, escrita em português ou espanhol.
Na obra de António Torrado , que ultrapassa os 120 títulos, sobressai a produção literária para crianças, amplamente galardoada em Portugal e no estrangeiro.
O sítio História do Dia, onde o escritor lê uma história de sua autoria em cada dia do ano, está disponível on-line desde há vários anos.
Apostando na tradição oral da figura do contador de histórias e conjugado com um trabalho físico intenso, O Bom Ladrão é um espetáculo em que a violência e o humor negro andam de braço dado, mas também uma viagem pessoal de redenção.
“O Bom Ladrão” é a história contada na primeira pessoa de um pequeno marginal que se vê envolvido num trajeto de fuga desesperada após um serviço - a mando de um mafioso local - que corre dramaticamente mal...
“Abril” é dedicado a uma das maiores figuras da música Portuguesa: José Afonso. Neste concerto especial, Cristina Branco não se limita a ser a voz, mas procura igualmente dar corpo às músicas que interpreta. Fá-lo com zelo, grande entrega e um talento exemplar. Além disso, não se limitou a escolher algumas canções de Zeca, mas escolheu estas, o que torna o desafio ainda mais difícil: é que, se cantar José Afonso nunca é fácil, interpretar este conjunto de temas constitui um risco que só um(a) grande intérprete consegue vencer.
Cristina Branco escolheu para companheiros desta viagem Ricardo Dias (piano), Bernardo Moreira (contrabaixo), Mário Delgado (guitarras) e Alexandre Frazão (bateria), um conjunto de músicos de excepção, que são também responsáveis pelos arranjos das dezasseis canções que integram este trabalho.